“De tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a rir-se da honra, desanimar-se de justiça e ter vergonha de ser honesto.”

Rui Barbosa

sábado, 8 de dezembro de 2012

Atol das Rocas, mais que um paraíso brasileiro, um santuário.

No momento em que o homem encantar-se com o canto dos pássaros, com a beleza de uma flor, com a magnitude de uma floresta, com a imensidão do mar, com o infinito universo, terá ele encontrado o real valor da vida, o caminho que o levará ao verdadeiro sentido de sua existência.

Joel Alves Bezerra



É considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do Brasil, abrigando pelo menos 150 milhares de aves, de quase 30 espécies diferentes. 

Atualmente vivem, o ano todo, cinco espécies de aves residentes: duas de atobás, uma de trinta-réis (ave) ou andorinha do mar e duas de viuvinhas, os atobás-de-patas-vermelhas e as fragatas vêm de Fernando de Noronha para pescar. 

Além delas, 25 espécies migratórias fazem de Rocas um porto permanente. 

Passam por ali espécies originárias da Venezuela, da África e até maçaricos provenientes da Sibéria. 

Até o momento, nenhuma espécie potencialmente predadora foi catalogada no Atol das Rocas.

O atol é também o paraíso de muitas espécies aquáticas. 

Por se tratar de uma montanha isolada, próxima de mares profundos e afastados da costa, ele é ideal para peixes de todos os tamanhos, moluscos, algas, crustáceos e tartarugas. 

Quase cem espécies de algas, 44 de moluscos, 34 de esponjas, sete espécies de coral e duas espécies de tartarugas já foram ali identificadas. 

Entre os 24 crustáceos, destacam-se o caranguejo terrestre e o aratu, que somente habitam ilhas oceânicas. 

O primeiro levantamento da fauna de insetos do Atol foi realizado em 2000, quando 12 espécies de insetos foram registrados e 3 espécies de aracnídeos, dentre eles um escorpião com veneno pouco perigoso para humanos.

Em Rocas foram ainda catalogadas quase 150 espécies de peixes diferentes, entre os sargos, garoupas e xaréus. 

Mas apenas duas dessas espécies, o gudião e a donzela (peixe) são exclusivas da região, que abrange o Atol das Rocas e o Arquipélago de Fernando de Noronha, o tubarão-limão, uma espécie rara em Rocas tem motivado estudos de vários cientistas brasileiros e estrangeiros, a espécie passa o início da vida em cardumes, na laguna e nas piscinas do atol.

O Atol das Rocas é protegido pela reserva biológica homônima, esta é a primeira Reserva Biológica Marinha do Brasil.

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Fonte de pesquisa: Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Atol_das_Rocas
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Fotos Google:













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