“De tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a rir-se da honra, desanimar-se de justiça e ter vergonha de ser honesto.”

Rui Barbosa

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Fagner - Canteiros

Há duas forças motivadoras básicas: o medo e o amor. 

Quando estamos com medo, podemos nos retirar da vida. 

Quando amamos, estamos abertos a tudo que a vida tem para oferecer com paixão, emoção e aceitação. 

Precisamos aprender a nos amar primeiro, em toda nossa glória e imperfeições. 

Se não podemos amar a nós mesmos, não podemos abrir completamente a nossa capacidade de amar os outros ou o nosso potencial para criar. 

A evolução e todas as esperanças para um mundo melhor estão no destemor e na visão de um coração aberto, de pessoas que abraçam a vida.

John Lennon


Canteiros 

Quando penso em você fecho os olhos de saudade 
Tenho tido muita coisa, menos a felicidade 
Correm os meus dedos longos 
Em versos tristes que invento 
Nem aquilo a que me entrego 
Já me dá contentamento 

Pode ser até manhã, cedo, claro, feito dia 
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria 

Eu só queria ter do mato 
Um gosto de framboesa 
Pra correr entre os canteiros 
E esconder minha tristeza 

E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza 
E deixemos de coisa, cuidemos da vida, 
Pois se não chega a morte ou coisa parecida 
E nos arrasta moço sem ter visto a vida 

Quando penso em você fecho os olhos de saudade 
Tenho tido muita coisa, menos a felicidade 
Correm os meus dedos longos 
Em versos tristes que invento 
Nem aquilo a que me entrego 
Já me dá contentamento 

Pode ser até manhã, cedo, claro, feito dia 
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria 

Eu só queria ter do mato 
Um gosto de framboesa 
Pra correr entre os canteiros 
E esconder minha tristeza 

E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza 
E deixemos de coisa, cuidemos da vida, 
Pois se não chega a morte ou coisa parecida 
E nos arrasta moço sem ter visto a vida 

Eu só queria ter do mato 
Um gosto de framboesa 
Pra correr entre os canteiros 
E esconder minha tristeza 

E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza 
E deixemos de coisa, cuidemos da vida, 
Pois se não chega a morte ou coisa parecida 
E nos arrasta moço sem ter visto a vida 

Quando penso em você fecho os olhos de saudade 
Mais a felicidade 
Correm os meus dedos... 

É pau, é pedra, é o fim do caminho 
É um resto de toco, é um pouco sozinho 
São as águas de março fechando o verão 
É a promessa de vida no nosso coração 

Eu ainda sou bem moço pra tristeza 
Deixemos de coisa cuidemos da vida 
se não chega a morte ou coisa parecida

Fotos Google:



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